Feb 13 2008
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Economía

Colombia, un gobierno preocupado. – MÁS DE DOS MILLONES DE NIÑOS TRABAJADORES

Aparecida en la revista Piel de Leopardo, integrada a este portal.

El objetivo es reducir, entre 2008 y 2015, el número de niños trabajadores. En la faja etaria de 10 a 17 años, en 2004, 6,7% de los niños trabajaban. La meta de la Estrategia es bajar ese número al 5% en 2010 y 2,5% en 2019. También en la faja entre los 5 y 17 años, el Plan Nacional de Desarrollo quiere reducir la participación del 7,2% en 2005 al 5,3% en 2010.

La Estrategia Nacional para prevenir y erradicar el trabajo infantil busca efectivizar el Plan Nacional de Desarrollo que prevé identificar a los niños explotados o en riesgo de serlo; implementar medidas urgentes para restablecer sus derechos; coordinar inter-institucionalmente el acceso a la educación; fortalecer los servicios sociales; registrar el acceso y permanencia en los servicios para niños en riesgo; observar la respuesta familiar a estas propuestas y evaluar los alcances de las medidas.

Además, la estrategia quiere focalizar y ordenar el accionar de las entidades estatales y privadas que intervienen en el tema, para actuar en dos puntos que contribuirán a la disminución del trabajo infantil. El servicio educativo, programas, uso creativo del tiempo libre y del sistema general de protección social; y el acceso de las familias a los servicios sociales que permitan que los niños no busquen alternativas de supervivencia siendo explotadas en el trabajo, cuando deberían estar en la escuela.

Los trabajos realizados por los niños colombianos son explotación sexual, en los grupos armados ilegales, trabajos prohibidos en minería artesanal, en la agricultura comercial y en el comercio de calle informal. Actualmente 393.038 niños y adolescentes trabajan en el sector agrícola, 338.965 en el comercio. Y en 894 municipios, la explotación de la mano de obra se da en la minería, que ofrece condiciones extremas de miseria.

Según el Ministerio de Protección Social, la ratificación por el Estado colombiano del Convenio 182 de la Organización Internacional del Trabajo sobre Erradicación de las Peores Formas de Trabajo Infantil, por medio de la Ley 704 de 2001 y depósito en el año 2005, convirtió a la erradicación del trabajo infantil y la eliminación de la participación de los niños y adolescentes en uno de los puntos fundamentales de la política pública.

También la Ley 1.098 de 2006 actuó en esa dirección. Con ella, la interpretación del Código de la infancia y de la adolescencia, “determinó que el trabajo de niños, niñas y adolescentes menores de 15 años es una violación y vulneración de sus derechos, ratificando el principio constitucional que fija los nueve años de educación básica como obligatorios y asunto de responsabilidad del Estado, con lo que se puede concluir que el lugar natural para ellos es la escuela, independientemente de su origen de nacimiento, etnia o cultura”, agregó el Ministerio.

En portugués.

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TRABALHO INFANTIL AFECTA A MAIS DE 2 MILHÕES DE CRIANÇAS

Na Colômbia, mais de 2 milhões de crianças trabalham, segundo dados oficiais do governo. Dessas, cerca de 960.000 fazem trabalhos domésticos e têm carga horária semanal de 15 horas. Para diminuir o problema da exploração de mão de obra, o governo lançou na manhã de ontem (Feb. 07), no Auditório do Instituto Colombiano de Bem-estar Familiar, uma “Estratégia Nacional” para combater as piores formas de exploração do trabalho infantil.

O objetivo é reduzir, entre 2008 e 2015, o número de crianças trabalhadoras. Na faixa etária de 10 a 17 anos, em 2004, 6,7% das crianças trabalhavam. A meta da Estratégia é baixar esse número para 5% em 2010 e 2,5% em 2019. Também na faixa entre 5 e 17 anos, o Plano Nacional de Desenvolvimento quer reduzir a participação de 7,2% em 2005 para 5,3% em 2010.

A Estratégia Nacional para prevenir e erradicar o trabalho infantil busca efetivar o Plano Nacional de Desenvolvimento que prevê identificar as crianças exploradas ou em risco de ser; implementar medidas urgentes para restabelecer os direitos dessas; coordenar interinstitucionalmente o acesso à educação; fortalecer os serviços sociais; registrar a acesso e permanência nos serviços para crianças em risco; observar a resposta familiar a essas propostas e avaliar os alcances das medidas.

Além disso, a estratégia quer focalizar e ordenar a ação das entidades estatais e privadas que intervêm no tema, para atuarem em dois pontos que contribuirão para a diminuição do trabalho infantil. O serviço educativo, programas, uso criativo do tempo livre e do sistema geral de proteção social; e o acesso das famílias a serviços sociais que permitam que as crianças não busquem alternativas de sobrevivência sendo exploradas no trabalho, quando deveriam estar na escola.

Os trabalhos realizados pelas crianças colombianas são exploração sexual, junto a grupos armados ilegais, trabalhos proibidos na mineração artesanal, na agricultura comercial e no comércio de rua, informal. Atualmente, 393.038 crianças e adolescentes trabalham no setor agrícola, 338.965 no comércio. E em 894 municípios, a exploração da mão de obra se dá em mineradoras, que oferecem condições extremas de miséria.

Segundo o Ministério da Proteção Social, a ratificação pelo Estado colombiano do Convênio 182 da Organização Internacional do Trabalho sobre Erradicação das Piores Formas de Trabalho Infantil, por meio da Lei 704 de 2001 e depósito no ano de 2005, converteu a erradicação do trabalho infantil e a eliminação da participação das crianças e adolescentes em um dos pontos fundamentais da política pública.

Também a Lei 1098 de 2006 atuou nessa direção. Com ela, a interpretação do Código da infância e da adolescência, “determinou que o trabalho de meninos, meninas e adolescentes menores de 15 anos é uma violação e vulneração de seus direitos, ratificando o princípio constitucional que fixa os nove anos de educação básica como obrigatórios e matéria de responsabilidade do Estado, o que se pode concluir que o lugar natural para eles é a escola, independente de sua origem de nascimento, etnia ou cultura”, acrescentou o Ministério.

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Agencia brasileña de noticias de América Latina y el Caribe.
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Traducción del original en portugués porDaniel Barrantes (barrantes.daniel@gmail.com.

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