May 8 2005
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Opinión

Reflexiones sobre el Dia de la madre

Aparecida en la revista Piel de Leopardo, integrada a este portal.

fotoEn 1914, poco antes de iniciarse la I Guerra Mundial, el presidente Wilson la declar√≥ fiesta oficial. La iniciativa fue lanzada siete a√Īos antes por la maestra Anna Jarvis ‚Äďque muri√≥ soltera y sin hijos a los 84 a√Īos‚Äď en honor a quien le dio la vida.

Desde entonces se celebra dicha fecha cada segunda semana de Mayo en Australia, Austria, Bélgica, Brasil, Canadá, Dinamarca, Finlandia, Alemania, Hong Kong, Italia, Japón, Holanda, Nueva Zelanda y Turquía. La mayor parte de América Latina y varias naciones sur-asiáticas conmemoran el día de la madre en la misma ocasión o el 10 de Mayo. Otros países celebran a sus mamás en otras fechas.

La visión tradicional es que el lugar de la madre es en la casa junto a sus hijos. Con el avance de la industria y la modernización la mujer ha tendido a incursionar en otros campos. El derecho al voto o a ser presidentas es algo que las madres empezaron a ir conquistando después de 1914.

Sin embargo, EEUU, Brasil y la mayor√≠a de las rep√ļblicas americanas jam√°s han tenido a una madre en la presidencia. En lla zona de Los Andes ninguna mujer ha encabezado el poder alguna vez en el incario, la colonia o la rep√ļblica. Una excepci√≥n es Lidia Gueiler (1979-80) quien tuvo una de las presidencias m√°s cortas e inestables de las 85 que ha tenido Bolivia.

A la presidencia de algunas ex colonias espa√Īolas han llegado Coraz√≥n Aquino (Filipinas, 1986 1992) y Mireya Moscoso (Panam√°, 1999-2004). En Chile hay dos mujeres que podr√≠an suceder a Lagos en la presidencia. Hillary Clinton quiere ser la primera madre timoneando la Casa Blanca.

Ninguna madre ha jefaturizado la ONU, OEA u otras instituciones financieras globales. Pese a que todas las religiones veneran el papel de la madre, ninguna gran iglesia es liderada por alguna de ellas. Pese a que todos los Partidos Comunistas postulan la igualdad de la mujer nunca una madre ha presidido una de las rep√ļblicas que √©stos controlaron. La chilena Gladys Mar√≠n, quien acaba de morir, sin embargo, lleg√≥ a la secretar√≠a general del principal PC suramericano.

Hay mujeres que han llegado a ser primeras ministras en el Asia: Golda Meir (Israel), Indira Ghandi (India) o Benezir Bhutto (Pakist√°n). Una de las arquitectas del nuevo orden global es Margaret Thatcher.

El ser madre a una no la hace de izquierda o de derecha, ni buena ni mala. Hay madres ejemplares que dan la vida por su prole y también las que abandonan o maltratan a sus hijos o les niegan el contacto con el padre.

Nuestro homenaje a la madre debe traducirse en considerarla igual en todos los sentidos: por ejemplo, percibir los mismos salarios, empleos y puestos p√ļblicos. En diversos pa√≠ses hay beneficios para las madres que trabajan, estudian o que deben asistir a reuniones pol√≠ticas. Se les da incentivos tributarios o monetarios, acceso especial a la educaci√≥n o se les provee de guarder√≠as subsidiadas o gratuitas. En muchos estados europeos se considera a la madre soltera ‚Äďaunque no sea heterosexual‚Äď como igual a la desposada, y hasta se le da vivienda gratuita para beneficiar a sus hijos.

DIA DAS MÃES

fotoQuando será o dia em que as mães não só tenham sua própria data, mas também, plena igualdade?

O dia das mães, igualmente ao dos trabalhadores, é mais uma festividade nascida nos Estados Unidos e exportada ao restante do mundo. Em 1914, pouco antes de iniciar-se a I Guerra Mundial, o presidente Wilson declarou oficialmente essa festa. A iniciativa foi lançada 7 anos antes pela maestra Anna Jarvis (que morreu solteira e sem filhos aos 84 anos) em honra daquela que lhe deu a vida.

Desde ent√£o, se celebra a data sempre na segunda semana de Maio na Austr√°lia, √Āustria, B√©lgica, Brasil, Canad√°, Dinamarca, Finl√Ęndia, Alemanha, Hong Kong, It√°lia, Jap√£o, Holanda, Nova Zel√Ęndia e Turquia. A maior parte da Am√©rica Latina e v√°rias na√ß√Ķes sul-asi√°ticas comemoram o dia das m√£es nessa ocasi√£o ou em 10 de Maio. Outros pa√≠ses celebram suas mam√£es em diferentes datas.

A vis√£o tradicional √© que o lugar da m√£e √© na casa junto aos seus filhos. Com o avan√ßo da ind√ļstria e a moderniza√ß√£o, a mulher tendeu a incursionar em outros campos. O direito ao voto ou a ser presidentas √© algo que as m√£es come√ßaram a conquistar depois de 1914.

No entanto, EUA, Brasil e a maioria das rep√ļblicas americanas jamais tiveram uma m√£e na presid√™ncia. Nos Andes nenhuma mulher encabe√ßou o poder alguma vez, seja no inc√°rio, na col√īnia ou na rep√ļblica. Uma exce√ß√£o √© Lidia Gueiler (1979-80) que teve uma das presid√™ncias mais curtas e inst√°veis das 85 que teve a Bol√≠via.

Algumas mulheres chegaram √† presid√™ncia de algumas ex-col√īnias espanholas: Cora√ß√£o Aquino (Filipinas, 1986-1992) e Mireya Moscoso (Panam√°, 1999-2004). No Chile h√° duas mulheres que poderiam suceder a Lagos na presid√™ncia do pa√≠s. Hillary Clinton quer ser a primeira m√£e timoneando a Casa Branca.

Nenhuma m√£e tem liderado a ONU, OEA ou √†s v√°rias institui√ß√Ķes financeiras globais. Some-se a isso que todas as religi√Ķes veneram o papel da m√£e, por√©m nenhuma grande igreja √© liderada por alguma delas. Some-se ainda, que todos os Partidos Comunistas postulam a igualdade da mulher, mas nunca uma m√£e presidiu alguma das rep√ļblicas que estes partidos controlaram. A chilena Gladys Mar√≠n, falecida recentemente, no entanto, chegou √† secretaria geral do principal partido comunista sul-americano.

H√° mulheres que chegaram a ser primeiras ministras na √Āsia: Golda Meir (Israel), Indira Ghandi (√ćndia) ou Benezir Bhutto (Paquist√£o). Uma das arquitetas da nova ordem global √© Margaret Thatcher (Inglaterra).

O fato de ser m√£e, n√£o faz a mulher ser de esquerda ou de direita, nem boa nem m√°. H√° m√£es exemplares que d√£o a vida por suas cria√ß√Ķes e tamb√©m h√° aquelas que abandonam ou maltratam a seus filhos ou lhes negam o contato com o pai.

Nossa homenagem √†s m√£es deve traduzir-se em consider√°-las iguais em todos os sentidos, portanto, para perceberem os mesmos sal√°rios, empregos e cargos p√ļblicos. Em diversos pa√≠ses h√° benef√≠cios para as m√£es que trabalham, estudam ou que assistem a reuni√Ķes pol√≠ticas. S√£o concedidos a elas, incentivos tribut√°rios ou monet√°rios, acesso especial √† educa√ß√£o ou lhes prov√™m de creches subsidiadas ou gratuitas.

Em muitos estados europeus a mãe solteira (ainda que não seja heterossexual) é considerada igualmente às demais e têm direito a moradia gratuita, como benefício aos seus filhos.

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* Analista internacional. Foi professor de política brasileira e latino-americana na London School of Economics. Tem uma coluna diária no Jornal Correo, o diário em espanhol de maior circulação no Pacífico, e escreve para dezenas de meios de comunicação dos cinco continentes.

Tradução: Pepe Chaves.

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